Eu sempre tive muitas vergonhas, muitas inseguranças, muitos medos, muito baixa auto estima, muitas emoções que misturadas e baralhadas sempre me fizeram ir para lugares que não queria, fazer coisas que não condiziam com minhas vontades, mas minh´alma, minh´alma não, ela sempre foi muito crua e plena de tudo, sempre teve asas, sempre voo, sempre foi livre, leve e solta, jamais se prendeu a conceitos, pessoas ou dogmas. Ela sempre soube o que aqui veio fazer e em surdina me segredava, bem baixinho. És livre! És livre! A minha alma sabe e sempre soube que é uma viajante no tempo e que se encontra, como agora, numa jornada espiritual de aprendizagem e sabedora disso, agarra em cada barreira, em cada sorriso, em cada grito, em cada luar e em cada amanhecer e transforma tudo em letras, manchas e palavras, que regadas com fé, constrói poemas e melodias. A minha alma sabe, sempre soube que aqui está para que nua seja folha em branco para nela poder transformar toda e qualquer experiência em Amor.

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